sexta-feira, 16 de março de 2012

Feira de Adoção - GATINHOS

FEIRA DE ADOÇÃO

DE GATINHOS



DIA: 17/03/2012

LOCAL:  DOG`S & CAT´S SHOP FUNCIONÁRIOS

HORÁRIO: DE 9:00 ÀS 13:30HS



Deixe um gatinho fazer parte da sua vida...

Adote!!!

                      

Lola adotada!!!!



OLA PEQUENINA... ADOTADA EM 15-03 POR BRUNA ALMEIDA

segunda-feira, 12 de março de 2012

Animais de estimação em prédios

http://www.otempo.com.br/pampulha/noticias/?IdNoticia=9835

Cães e gatos moram ao lado
Bom-senso deve pautar a relação entre vizinhos que têm ou não animais
Publicado no Pampulha em 10/03/2012
Letícia Murta



Eles já são 98 milhões e ocupam espaço nobre em 44% dos lares brasileiros. Os animais de estimação, definitivamente, atingiram um patamar elevado e foram promovidos, na maioria das vezes, a membros da família. Com os animais ocupando cada vez mais espaço tanto na vida quanto na casa de seus proprietários, os problemas de convivência também aumentaram. 
Os mascotes são apontados como um dos principais motivos de brigas entre vizinhos. No campo de guerra que acabou se formando, de um lado estão os proprietários de animais em busca da liberdade de criar seus peludos e do outro, pessoas que reclamam do barulho, mau cheiro ou medo. 

Apaixonada por animais, Priscilla Aduan, 23, achou que não teria problemas morando em uma cobertura com quatro cachorros, mas acabou testando os limites do conceito de “política de boa vizinhança”. “Alguns moradores não queriam encontrar nas escadas com os cães, mas não havia outro modo de sair. Eu achei isso um exemplo de intolerância”.

Vivendo o outro lado da moeda, Gizele Pinho considera que perdeu o direito de usufruir da área comum do prédio, já que um de seus vizinho insiste em andar com o cachorro sem coleira (veja texto nesta página). 

Diante de situações como essas, especialistas recomendam a busca de um acordo, respaldado pelo bom-senso e ancorado pelo Código Civil Brasileiro. 

Disposta a entrar em um consenso, Priscilla Aduan chegou ao ponto máximo de deixar com a mãe dois dos animais, mas nem mesmo a medida reduziu o conflito. “As pessoas do prédios nos tratavam com hostilidade e agressividade gratuita”, lamenta.

O problema se estendeu e o síndico cogitou mudar a convenção de condomínio para proibir a presença de animais dentro do apartamento. Priscilla contornou a situação por dois anos no prédio e depois preferiu se mudar para uma casa.

Legislação
O que muitos não sabem é que nenhuma regra administrativa pode proibir ou limitar a presença de animais de estimação nos apartamentos. Essa medida é inconstitucional, garante o presidente da Comissão de Direito Imobiliário da OAB-MG, Kênio de Souza Pereira. “Não existe lei que proíba ou puna os moradores que desejam manter animais em suas unidades. O proprietário tem liberdade de utilizar o espaço interno do seu apartamento da maneira que bem lhe convier, conforme estipula o art. 1.228 do Código Civil”, esclarece.

Ele explica que a convenção de condomínio não pode determinar se um morador pode ter animais e nem mesmo a quantidade de bichos. “O simples fato da convenção proibir ou limitar o número e a permanência de animais num edifício não autoriza o síndico impedir que um morador tenha seu bicho, pois essa imposição prévia não tem respaldo legal, já que a convenção consiste num contrato hierarquicamente inferior ao Código Civil”, garante.
 
Síndica de um condomínio residencial há cerca de dois anos, Maria Lúcia Melo conta que o atrito entre vizinhos é uma constante. Porém, ciente da legislação, tenta contornar a situação sem proibir os bichos.
 
“Buscamos a melhor maneira para que todos convivam bem dentro do local onde moramos”, enfatiza.

 
Bicho não pode tudo
Embora a presença dos animais de estimação seja garantida pela legislação vigente, além do bom senso, algumas regras podem, sim, ser impostas pelo condomínio.
Animais não podem andar livremente pela área comum e a administração pode restringir um elevador para entrada e saída dos peludos.

“Os animais não podem, em hipótese alguma, causar danos ao patrimônio, colocar a segurança, o sossego ou a saúde dos demais moradores em risco. A convivência deve ser pacífica”, explica o especialista em direito imobiliário Kênio de Souza Pereira.

Ao escolher um lugar para morar, a contadora Gizele Pinho, 27, buscou um condomínio que oferecesse uma área de lazer completa, para que a filha de 4 anos tivesse espaço. No entanto, há alguns meses, a contadora perdeu a vontade usufruir do espaço comum por medo de um cachorro que mora em seu prédio. Ela conta que o espaço “preferido” do animal é exatamente o playground. 

“Não sei se o cão é bravo. Mas fico insegura de deixar minha filha perto de um animal que não é acostumado com ela e anda solto. Até mesmo por questões de higiene, já que proprietário nem mesmo limpa o cocô do cão. O vizinho não aceita reclamações, nem as ponderações do síndico. O caso vai acabar tendo que ser resolvido nos tribunais”, desabafa.

Dono educado, vizinho tranquilo

Higiene
As fezes devem sempre ser recolhidas. No mercado, existem pás e saquinhos próprios para que você faça isso sem se sujar. Em sua casa, mantenha o “banheiro” de seu bicho sempre limpo para evitar odores.

Barulho
Os cães latem, mas os tutores devem tentar que o barulho do animal não exceda o tolerável. Procure observar se ele late apenas para sinalizar algo estranho ou se está estressado e precisa de tratamento.

Limite
Por mais que você ache que seu cão é obediente, é prudente e educado andar com ele na coleira e com a guia. Isso evita que o animal pule em outras pessoas ou saia correndo, fuja ou mesmo se machuque.

Segurança
Se seu cão é feroz, use focinheira para evitar ataques. Em Belo Horizonte, a lei municipal 8.354/2002 determina que os proprietários de cães da raça pitbull usem equipamentos de contenção do animal.

10ª Feira - fotos e resultado


 6 cães e 8 gatos encontraram novos amigos, foram muito bem adotados!

Obrigada a todos da Pet House!





































sexta-feira, 9 de março de 2012

Mais árvores arrancadas

Corredor verde fica sufocado na Avenida Antônio CarlosReforma da pista exclusiva de ônibus na Avenida Antônio Carlos sacrifica palmeiras-imperiais, que recebem impermeabilização rente ao tronco. Sudecap não vê risco. Especialista pede cautela

Junia Oliveira -
Publicação: 09/03/2012 06:00Atualização: 09/03/2012 06:39
Alargamento de via exigiu corte na base de árvores. Para técnicos do município, equilíbrio não foi afetado (Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
Alargamento de via exigiu corte na base de árvores. Para técnicos do município, equilíbrio não foi afetado

No primeiro momento, olhar de curiosidade, apenas para ver o ritmo de algo prometido para garantir fluidez no trânsito e mudar os ares da mobilidade urbana em Belo Horizonte. Mas, com um pouco mais de atenção, é possível notar que os equipamentos que marcam o traçado do transporte rápido por ônibus (BRT, na sigla em inglês) na Avenida Antônio Carlos – entre o Viaduto São Francisco e a Avenida Marechal Espiridião Rosa – esbarram em outras célebres “moradoras” da avenida. Nesse trecho, as palmeiras-imperiais, imponentes no canteiro central da via, estão sendo sufocadas pelo concreto.

As valetas estão abertas rente às bases das árvores, deixando raízes expostas. Uma mangueira, cuja copa serve de sombra aos operários, também tem metade da estrutura de sustentação caída talude abaixo. Na parte que já recebeu novo pavimento, o piche fresco esbarra nas palmeiras. A Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), responsável pelas obras, tenta tranquilizar quem se preocupa com o futuro dos espécimes. A equipe técnica garante que a remoção do asfalto para aplicação do novo pavimento não representa risco de queda para as árvores. Isso porque, segundo os mesmos técnicos, a retirada de terra é feita em somente um dos lados da raiz. Assim, as demais ramificações que permanecem no solo garantiriam a estabilidade do exemplar.

Mas especialistas desconfiam dessa análise. Professor de ecologia e evolução da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), o pós-doutor Sérvio Pontes Ribeiro afirma que a técnica do corte é algo para se ficar atento. “É perfeitamente possível cortar próximo à árvore e mantê-la em pé, sem riscos. O problema é o concreto grudado a ela, fazendo-a perder solo”, diz. Ele explica que o equilíbrio da planta leva em conta a copa que ela mantém em cima e as ramificações embaixo.

“Quando se corta muito perto, é como se fosse arrancada metade da copa. A palmeira se ajusta melhor se a raiz não for cortada, mas a base tem uma espécie de cabeleira, que se ampara no local onde ela está. Já as árvores maiores, como a mangueira, embora tenham raízes profundas, têm também as raízes auxiliares, que se espalham. Por isso, não há como cortar rente e não levar junto uma parte da estrutura do espécime”, relata. O professor lembrou o caso da sete-cascas, exemplar de cerca de 30 anos plantado na Savassi, que só não foi derrubada pela Prefeitura de BH em novembro por causa da mobilização popular. “Por muito menos, a prefeitura alegou que ela estava desequilibrada e ameaçava cair. É um total desrespeito. Não planejam nada. Para essa prefeitura, árvore é perfeitamente removível”, critica.